segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O sussurro.

Falar baixo e docemente para ser ouvida somente por ti, que agora  me  consegues ouvir...........


 
 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O jantar.

Cá em casa toda a gente gosta de massa, daquela que engorda, então nem se fala! Eu, como gosto ( muito) de agradar a malta  faço-lhes a vontade e dou-lhes o que eles gostam, depois que ninguém se venha queixar dos quilinhos a mais, que a balança não perdoa!
Hoje foi assim:


 
 
 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mau tempo no canal

 
 
Hoje estou como o tempo, e o pior é que a tendência está para piorar ( eu e o tempo).

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Armstrong, a queda.

Em conversa com o Carlos sobre  a confissão do Armstrong e de como fiquei em choque com a mesma, ele disse-me uma frase que resume tudo: Não existem heróis, até o super-homem ( Cristopher Reeve) quando caiu do cavalo ficou paraplégico.
Uma grande verdade, triste, mas verdade. 












terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Florbela Espanca


Impossível

Disseram-me hoje, assim, ao ver-me triste:
“Parece Sexta-Feira de Paixão.
Sempre a cismar, cismar de olhos no chão,
Sempre a pensar na dor que não existe ...

O que é que tem?! Tão nova e sempre triste!
Faça por estar contente! Pois então?! ...”
Quando se sofre, o que se diz é vão ...
Meu coração, tudo, calado, ouviste ...

Os meus males ninguém mos adivinha ...
A minha Dor não fala, anda sozinha ...
Dissesse ela o que sente! Ai quem me dera! ...

Os males de Anto toda a gente os sabe!
Os meus ... ninguém ... A minha Dor não cabe
Nos cem milhões de versos que eu fizera! ...

Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas"

Mais Fernado Pessoa


O que Me Dói não É
O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão...

São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.

São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma.

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

Fernando Pessoa


Contemplo o que não Vejo

Contemplo o que não vejo
É tarde, é quase escuro.
E quanto em mim desejo
Está parado ante o muro.


Por cima o céu é grande;
Sinto árvores além;
Embora o vento abrande,
Há folhas em vaivém.

Tudo é do outro lado,
No que há e no que penso.
Nem há ramo agitado
Que o céu não seja imenso.

Confunde-se o que existe
Com o que durmo e sou.
Não sinto, não sou triste.
Mas triste é o que estou.

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Está frio.

Que vontade que tenho de estar dentro de um pijama daqueles polares, quentinhos.
Ai o frio!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A Pintas.



Esta é a Pintas, tem dois meses, chegou com o Natal e veio para ficar! Já conseguiu conquistar todos cá em casa, ninguém lhe resiste, é muito malandreca, só quer brincar!


Parabens à Matilde!



Hoje é o teu aniversário, 12 anos, cheios de grandes sorrisos. Parabéns filha, que a vida permita que continues sempre a sorrir.